Pastoral do Acolhimento

Pastoral do Acolhimento
" Acolher uns aos outros como Cristo nos acolheu, para a glória de Deus." Rm 15,7

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo


Deus quer nos dar um tempo novo, tempo de graça, tempo de restauração e reconciliação. Reconciliação com nós mesmos, com os irmãos, com nossa família, sobretudo, com Deus.

O caminho para a nossa cura acontece quando aprendemos a rezar uns pelos outros e a pedir e conceder perdão. A Palavra de Deus é clara a esse respeito:''Confessai, pois, vossos pecados uns aos outros e rezai uns pelos outros, a fim de serdes curados'' (São Tiago 5,16a)

Neste final de ano, procure fazer um bom exame de consciência; limpe o seu coração diante de Deus e daqueles que convivem com você. Se for preciso, peça-lhes perdão e não deixe de se confessar com um sacerdote para que possa se abrir para a grande graça que o Senhor tem para você neste novo tempo que se aproxima.

Que o Senhor possa passar pelas nossas vidas hoje - neste ano que está se findando e neste novo ano que está começando - e colher o nosso sorriso, nossa disposição em mudar. Ele nos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós. É direito d'Ele colher em nós esses frutos. Jesus em breve virá buscar esses frutos e é preciso que Ele os encontre! E todos nós somos responsáveis por isso. 

Senhor das misericórdias, eu confio em Vós!

Feliz 2013! Que Deus os abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

domingo, 16 de dezembro de 2012

Árvore de Natal ilumina a Praça de São Pedro em Roma



Rádio Vaticano


EPA
"A Árvore de Natal na Praça São Pedro ao lado do Presépio cria um ambiente sensível que nos auxilia ao recolhimento", diz Dom Giuseppe
A árvore de Natal da Praça São Pedro, doada neste ano pela comunidade molisana de Pescopennataro, foi acesa na tarde de ontem, sexta-feira, na presença de autoridades civis e religiosas. Na ocasião, o Secretário Geral do Governatorado, Dom Giuseppe Sciacca, agradeceu a todos quanto possibilitaram o transporte da árvore de 24 metros e sua ornamentação, em especial à comunidade de Molise, que doou o abeto branco ao Santo Padre.
Acesse:
.: Árvore de Natal é sinal da luz de Cristo, diz Bento XVI

No seu discurso, Dom Giuseppe recordou que “a Árvore de Natal na Praça São Pedro ao lado do Presépio, já uma tradição, cria um ambiente sensível que nos auxilia ao recolhimento, à meditação e à oração diante do Mistério da Encarnação do Filho de Deus que se faz homem, que nasce em Belém, o que constitui o cerne da solenidade do Natal.”

“Juntamente aos pastores e aos seus rebanhos, - prossegue o Secretário Geral do Governatorado -, a grande árvore representa que toda a natureza, criada também ela por Deus, está presente e está de qualquer modo envolvida pela obra da Redenção, operada pelo Senhor Jesus com a sua vinda ao mundo.”

Por fim, acrescenta “que esta grandiosa árvore, harmoniosa, nos recorda que devemos ter uma relação serena com a natureza, uma relação de respeito, de amizade, considerando que todos nós somos parte dela e que também nós temos raízes, que mergulhadas na memória e na história, nos conferem uma identidade. A árvore também nos recorda que devemos nos projetar ao alto, rumo à luz, buscando chegar ao céu. Amar a natureza, sim, mas não esquecer nem um minuto sequer que o nosso destino é sobrenatural e que somos filhos de um único Pai Celeste, reconhecidos como tal pelo Filho eterno Jesus Cristo, nosso irmão, companheiro e amigo.

Papa convida fiéis a se prepararem bem para acolher o amor de Deus





Da Redação, com Rádio Vaticano


Mudar a conduta de vida, praticar a solidariedade e a justiça para preparar-se para acolher o amor de Deus. Este foi o convite lançado pelo Papa Bento XVI durante a Missa do terceiro domingo do Advento, presidida na manhã deste domingo, 16, na paróquia romana de São Patrício no Colle Prenestino.

São Patrício é uma paróquia na periferia oriental de Roma que sofre com a carência de estruturas e serviços sociais da área e transformou-se um verdadeiro centro de reuniões sociais e espirituais. É “uma Igreja viva”, segundo afirmou Bento XVI.

Na homilia, o Papa, que veste a casula rosa do Domingo “Gaudete”, no qual a liturgia convida à alegria, chama a este compromisso dos cristãos a não viver uma fé intimista, mas a difundir de modo concreto a felicidade recebida do Senhor:

“Quem acolhe os dons de Deus de modo egoísta, não encontra a verdadeira alegria; em vez disso quem aproveita a ocasião dos dons recebidos de Deus para amá-Lo com sincera gratidão e para comunicar aos outros o seu amor, estes têm um coração realmente cheio de alegria”.

Comentando as palavras de João Batista no Evangelho deste terceiro domingo do Advento, o Papa recordou que quem quer seguir Jesus deve mudar de vida.

“Deus não exige nada de extraodinário, mas que cada um viva segundo os critérios de solidariedade e de justiça; sem isso não se pode se preparar bem ao encontro com o Senhor”, disse.

Vivendo desta forma, Bento XVI explicou que Deus conduzirá os fiéis à comunhão com Ele e no coração do homem haverá a verdadeira alegria e a paz, também nos momentos de dificuldade e de fraqueza.

O Santo Padre destacou que, quem faz esta experiência, não tem mais motivo algum para desconfiança, desânimo ou tristeza em qualquer que seja a situação que se deva enfrentar. Ele lembrou que só o pecado afasta o ser humano de Deus.

“Mas, mesmo quando nós nos afastamos, Ele não cessa de nos amar e continua a ser próximo com a sua misericórdia, com a sua disposição a perdoar e a nos acolher no seu amor”.

Ao término da homilia, o Papa saudou a vitalidade desta paróquia de periferia, convidando as várias realidades eclesiais presentes a “viver a complementaridade na diversidade”, para que esta comunidade possa ser sempre mais “aberta e pronta a acolher cada pessoa sozinha ou em dificuldade”.

Bento XVI exortou a fazer crescer a “co-responsabilidade pastoral” e a consolidar a experiência da catequese em ocasião do Ano da Fé. Por fim, ele se dirigiu aos jovens presentes: “Sintam-se verdadeiros protagonistas da nova evangelização, colocando as suas jovens energias, o vosso entusiasmo e a vossa capacidade a serviço de Deus e dos outros na comunidade”.

domingo, 25 de novembro de 2012

Solenidade de Cristo Rei

A realeza anunciada por Jesus é a da verdade, destaca Papa

O Papa Bento XVI durante celebração eucarística na Solenidade de Cristo Rei neste domingo, 25

O Papa Bento XVI presidiu neste domingo, 25, na Basílica Vaticana, a solenidade de Cristo Rei. A Eucaristia foi concelebrada com os seis novos Cardeais criados pelo Santo Padre neste sábado, 24. Em sua homilia, o Papa destacou que a realeza anunciada por Jesus é aquela da verdade, única capaz de dar sua luz e grandeza a todas as coisas deste mundo.
Acesse.: NA ÍNTEGRA: Homilia do Papa


Neste último domingo do Ano Litúrgico, Bento XVI lembrou que os fiéis são convidados a voltarem seu olhar para a meta última da história, que é o reino definitivo e eterno de Cristo. E destacou que este reino é diferente dos reinos terrenos.

“Jesus veio para revelar e trazer uma nova realeza: a realeza de Deus. Veio para dar testemunho da verdade de um Deus que é amor (cf. 1 Jo 4, 8.16) e que deseja estabelecer um reino de justiça, de amor e de paz (cf. Prefácio). Quem está aberto ao amor, escuta este testemunho e acolhe-o com fé, para entrar no reino de Deus”.

Referindo-se à segunda leitura, o Papa lembrou que o povo também participa da realeza de Cristo. Este reino também é fundado na relação com Deus e com a verdade; não se trata de um reino político. Bento XVI destacou que, em Cristo, todos se tornam verdadeiros filhos adotivos, participando desta realeza.

“Portanto, ser discípulos de Jesus significa não se deixar fascinar pela lógica mundana do poder, mas levar ao mundo a luz da verdade e do amor de Deus”, enfatizou.

Por fim, o Pontífice disse ao Cardeais, especialmente os que foram criados ontem, 24, que eles têm a responsabilidade de dar testemunho do reino de Deus. Isso significa, segundo o Pontífice, destacar sempre a prioridade de Deus e de sua vontade frente aos interesses e poderes do mundo.

Missa da Apresentação de Maria/2


Missa da Apresentação de Maria


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O fogo do Evangelho

O sínodo foi inaugurado com uma grande concelebração na praça de São Pedro – antes da qual Bento XVI proclamou dois novos doutores da Igreja, entre os quais a quarta mulher em pouco mais de quarenta anos – e iniciou depois os seus trabalhos com uma oração que ritma o tempo cristão. Não é formalidade, mas uma escolha que pretende reflectir uma realidade, disse o Papa na meditação improvisada sobre os textos litúrgicos. Com a preocupação, que é sua característica, de compreender a fundo o sentido das palavras da oração acabada de recitar com os bispos vindos de todo o mundo e de o fazer compreender.

Preocupação da assembleia sinodal é a palavra grega euangélion, já confirmada em Homero e que no tempo de Jesus indica uma mensagem imperial, por parte do soberano, e que por isso traz a salvação. Um termo que os primeiros escritores cristãos tiram da linguagem profana e o transformam. Assim o evangelista Lucas coloca o nascimento do menino na história do mundo relacionando-o com o édito do imperador Augusto, recordou o Papa. Acrescentando imediatamente que se Deus rompeu o silêncio e falou, é preciso interrogar-se sobre o modo como transmitir e testemunhar a sua Palavra, que é antes de tudo o lógos, o Verbo encarnado.
A busca de um modo novo de anúncio do Evangelho – a nova evangelização querida a João Paulo II, recordada com significativo afecto pelo seu sucessor – é precisamente o tema central do sínodo e do Ano da fé que está para iniciar meio século depois do concílio Vaticano II, convocado por João XXIII e guiado por Paulo VI com a mesma preocupação. Em coerência com uma história quase bimilenária que, mesmo se com os limites humanos, está marcada por um desejo de fidelidade. Neste panorama Bento XVI quis ler os dois novos doutores da Igreja: João de Ávila, figura de sacerdote reformador culto e humilde, e Hildegarda de Bingen, mulher e monja sábia que indagando a criação contemplou Deus e soube apoiar a sua Igreja.
Portanto, sínodo e Ano da fé abrem-se sob o sinal dos novos doutores, com uma chamada evidente ao essencial. Na meditação – verdadeira chave de leitura para a reflexão e para o debate sinodais – Bento XVI insistiu sobre o conteúdo da fé: no Verbo encarnado Deus falou e fala continuamente ao homem, deseja entrar nele e envolvê-lo. Eis então o significado do termo confessio, mais exigente do que professio. A fé que amadurece no coração e envolve todos os sentidos, além da dimensão intelectual, deve de facto ser levada e testemunhada no mundo.
Só com esta disponibilidade ao testemunho e ao sofrimento pela verdade podemos ser credíveis. À confessio seguir-se-á então a caritas descrita com frequência na liturgia como fervor e chama. Por isso o Papa recordou o dito (lógion) de Jesus conservada por Orígenes: «Quem está próximo de mim está perto do fogo». É o fogo da presença de Deus que incendeia e transforma, o fogo do Evangelho que deve ser anunciado todos os dias.

Bento XVI preside Santa Missa de abertura do Sínodo e reafirma: "o matrimônio se constitui, em si mesmo, um Evangelho, uma Boa Nova para o mundo de hoje"

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Bento XVI abriu solenemente na manhã deste domingo, 7, o Sínodo sobre a Nova Evangelização, presidindo a Santa Missa na Praça São Pedro. Durante a celebração, na presença de mais de 400 bispos e 25 mil fiéis proclamou Doutores da Igreja a Santa medieval alemã, Hildegarda de Bingen, e o Santo espanhol João de Ávila, que viveu em 1500.
Com esta solene concelebração – disse o Papa na sua homilia - inauguramos a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que tem como tema: A Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã.
“Esta temática responde a uma orientação programática para a vida da Igreja, de todos os seus membros, das famílias, comunidades, e das suas instituições. Tal perspectiva se reforça pela coincidência com o início do Ano da Fé, que terá lugar na próxima quinta-feira, dia 11 de outubro, no 50º aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II”.
“A Igreja existe para evangelizar”, continuou o Papa, que se deteve sobre o “renovado dinamismo da atividade evangelizadora da Igreja em determinados períodos da história. “Basta pensar na evangelização dos povos anglo-saxões e eslavos, ou na transmissão do Evangelho no continente americano, e, em seguida, nos distintos períodos missionários junto dos povos da África, Ásia e Oceania”.
"Também nos nossos tempos, o Espírito Santo suscitou na Igreja um novo impulso para proclamar a Boa Nova, um dinamismo espiritual e pastoral que encontrou a sua expressão mais universal e o seu impulso mais autorizado no Concílio Ecumênico Vaticano II".
Segundo o Santo Padre “tal renovado dinamismo de evangelização produz uma influência benéfica sobre os dois ramos”concretos que desenvolvem a partir dela, ou seja, por um lado, a “missio ad gentes”, isto é, a proclamação do Evangelho para aqueles que ainda não conhecem a Jesus Cristo e a Sua mensagem de salvação”; e, por outro lado, a nova evangelização, destinada principalmente às pessoas que, embora batizadas, se distanciaram da Igreja e vivem sem levar em conta prática cristã.
“A Assembléia sinodal que se abre hoje é dedicada a essa nova evangelização, para ajudar essas pessoas a terem um novo encontro com o Senhor, o único que dá sentido profundo e paz para a existência; para favorecer a redescoberta da fé, a fonte de graça que traz alegria e esperança na vida pessoal, familiar e social. Obviamente, esta orientação particular não deve diminuir nem o impulso missionário, em sentido próprio, nem as atividades ordinárias de evangelização nas nossas comunidades cristãs. Na verdade, os três aspectos da única realidade de evangelização e completam e se fecundam mutuamente”.
Neste sentido - continuou o Santo Padre - , o tema do matrimônio, que nos ofereceu o Evangelho e a primeira leitura deste domingo, merece uma atenção especial. A mensagem da Palavra de Deus pode ser resumida na expressão contida no livro do Gênesis e retomada pelo próprio Jesus: «Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne». O que significa hoje para nós essa palavra? - perguntou o Papa:
“Parece-me que nos convida a nos tornarmos mais conscientes de uma realidade já conhecida, mas talvez não totalmente apreciada, ou seja, que o matrimônio se constitui, em si mesmo, um Evangelho, uma Boa Nova para o mundo de hoje, em particular para o mundo descristianizado. A união do homem e da mulher, o ser «uma só carne» na caridade, no amor fecundo e indissolúvel, é um sinal que fala de Deus com força, com uma eloqüência que hoje se torna ainda maior porque, infelizmente, por diversas razões, o matrimônio, justamente nas regiões de antiga tradição cristã, está passando por uma profunda crise”.
Não é uma coincidência, acrescentou o Papa. O matrimônio está ligado à fé, não num sentido genérico. “O matrimônio se fundamenta, enquanto união do amor fiel e indissolúvel, na graça que vem do Deus Uno e Trino, que em Cristo nos amou com um amor fiel até a Cruz”.
“Hoje, - destacou Bento XVI -, somos capazes de compreender toda a verdade desta afirmação, em contraste com a dolorosa realidade de muitos matrimônios que, infelizmente, acabam mal. Há uma clara correspondência entre a crise da fé e a crise do matrimônio. E, como a Igreja afirma e testemunha há muito tempo, o matrimônio é chamado a ser não apenas objeto, mas o sujeito da nova evangelização.
Isso já se vê em muitas experiências ligadas a comunidades e movimentos, mas também se observa, cada vez mais, no tecido das dioceses e paróquias, como demonstrou o recente Encontro Mundial das Famílias.
A chamada universal à santidade – disse Bento XVI - é uma das idéias chave do renovado impulso que o Concílio Vaticano II deu à evangelização que, como tal, aplica-se a todos os cristãos. Os santos são os verdadeiros protagonistas da evangelização em todas as suas expressões.
Em seguida o Papa recordou que hoje foram agregados ao grupo seleto dos Doutores da Igreja dois santos, São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen.
São João de Ávila que viveu no século XVI. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras, dotado de um ardente espírito missionário. Soube adentrar, com uma profundidade particular, nos mistérios da Redenção operada por Cristo para a humanidade. Homem de Deus, unia a oração constante à atividade apostólica. Dedicou-se à pregação e ao aumento da prática dos sacramentos, concentrando seus esforços para melhorar a formação dos futuros candidatos ao sacerdócio, dos religiosos, religiosas e dos leigos, em vista de uma fecunda reforma da Igreja.
Santa Hildegarda de Bingen, importante figura feminina do século XII, ofereceu a sua valiosa contribuição para o crescimento da Igreja do seu tempo, valorizando os dons recebidos de Deus e mostrando-se uma mulher de grande inteligência, sensibilidade profunda e de reconhecida autoridade espiritual. O Senhor dotou-a com um espírito profético e de fervorosa capacidade de discernir os sinais dos tempos. Hildegard nutria um grande amor pela a criação, cultivou a medicina, a poesia e a música. Acima de tudo, sempre manteve um amor grande e fiel a Cristo e à Igreja.
Bento XVI concluiu a sua homilia confiando a Deus o trabalho da Assembléia sinodal com o sentimento vivo da comunhão dos santos invocando, em particular, a intercessão dos grandes evangelizadores, dentre os quais o Beato João Paulo II, cujo longo pontificado foi também um exemplo da nova evangelização. "Colocamo-nos sob a proteção da Virgem Maria, Estrela da nova evangelização. Com ela, invocamos uma especial efusão do Espírito Santo, que ilumine do alto a Assembléia sinodal e torne-a fecunda para o caminho da Igreja". (SP)

domingo, 16 de setembro de 2012

Festa de São Miguel de Cotegipe 2012


Jornada do Papa Bento XVI ao Líbano


Jornada do Papa Bento XVI ao Líbano

 






















Papa faz apelo pela dignidade humana




Antes de concluir a celebração da Santa Missa, o Papa Bento XVI realizou neste domingo, 16, em Beirute, no Líbano, a recitação do Angelus Domini. Em suas palavras antes da oração mariana, ele lembrou que a violência ainda existe e fez um apelo à comunidade internacional e países árabes para que, como irmãos, proponham soluções viáveis que respeitem a dignidade de cada pessoa humana, seus direitos e sua religião.
Acesse.: NA ÍNTEGRA: Angelus de Bento XVI - 16/09/2012
.: Todas as notícias do Papa no Lìbano
.: Programação da viagem de Bento XVI ao Líbano


“Quem quer construir a paz, deve deixar de ver no outro um mal a eliminar; não é fácil ver no outro uma pessoa a respeitar e a amar, e todavia é preciso consegui-lo, se se deseja construir a paz, se se quer a fraternidade (cf. 1 Jo 2, 10-11; 1 Ped 3, 8-12)”

Bento XVI lembrou que, infelizmente, “o fragor das armas continua a fazer-se ouvir”, que a violência e o ódio invadem a vida. “Por qu tantos horrores? Por qu tantos mortos?”, questionou.

Ele pediu a intercessão de Maria pelos habitantes da Síria e países vizinhos, implorando o dom da paz. “Que Deus conceda ao vosso país, à Síria e a todo o Médio Oriente o dom da paz dos corações, o silêncio das armas e o fim de toda a violência. Oxalá os homens compreendam que são todos irmãos! Maria, que é nossa Mãe, compreende a nossa preocupação e as nossas necessidades”.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O MEU DEFENSOR ESTARÁ COMINGO


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Senhor, sendo Deus, fez-Se homem e, tendo sofrido em vez do enfermo, tendo sido encarcerado em vez do prisioneiro, tendo sido condenado em vez do criminoso e sepultado em vez do que jazia no sepulcro, ressuscitou dos mortos e exclamou com voz poderosa: «”Quem ousará condenar-Me? Aproxime-se de Mim!” (Is 50,8) Eu libertei o condenado, dei a vida ao morto, ressuscitei o que estava sepultado. “Quem ousará atacar-Me?” (Is 50,9) Eu sou Cristo, Aquele que destruiu a morte, que venceu o inimigo, que calcou aos pés o inferno, que pôs em cadeias o violento (Lc 11,22) e que arrebatou o homem para as alturas dos Céus. Eu sou Cristo.

 Vinde, portanto, todas as nações da terra oprimidas pelo crime, e recebei a remissão dos pecados. Eu sou o vosso Perdão, a Páscoa da salvação, o Cordeiro por vós imolado, a Água que vos purifica, a vossa Vida, a vossa Ressurreição, a vossa Luz, a vossa Salvação, o vosso Rei. Eu vos elevarei até às alturas dos Céus; Eu vos ressuscitarei e vos mostrarei o Pai que está nos Céus; Eu vos exaltarei pela Minha mão direita.»
Assim é Aquele que fez o céu e a terra e no princípio criou o homem (Gn 2,7), Aquele que Se fez anunciar pela Lei e pelos Profetas, Aquele que nasceu da Virgem, foi crucificado no madeiro, sepultado na terra, ressuscitado dentre os mortos, ascendeu às alturas dos céus, Se sentou à direita do Pai e detém o poder de tudo julgar e de tudo salvar. Por Ele criou o Pai tudo o que existe, desde o princípio até à eternidade. É Ele o Alfa e o Ómega (Ap 1,8), o princípio e o fim, Cristo, a Quem sejam dados a glória e o poder pelos séculos dos séculos, Amen.

domingo, 9 de setembro de 2012

Pensar Como Jesus Pensou - Padre Zezinho (lista de reprodução)


52 - A Resposta Católica: Por que alguns nascem pagãos ou ateus?


ALMA ADORADORA


Não é no céu que a alma adoradora deve procurar Jesus, e sim no São. São. Sacramento.
Eis, sobre a terra, o único tesouro dessa alma, ser único prazer; e visto que Jesus está na Eucaristia para ela individualmente, toda a sua vida se deixa atrair por este Sacramento como o ímã para o seu centro. Com a sagrada Hóstia, o adorador está bem em toda a parte; não existe pra ele exílio, nem deserto, nem privação ou infelicidade. A Eucaristia é o seu tudo. Se alguém lhe quiser infringir um castigo, torná-lo infeliz, fazê-lo morrer de tristeza, que o afaste do Deus do Tabernáculo. A sua vida não passaria então de prolongada agonia, e todos os bens e glórias deste mundo ser-lhe-iam pesados grilhões. Como o israelita cativo chorando à margem do rio Babilônio com saudades de Sião, o discípulo da Eucaristia derramaria lágrimas amargas lembrando-se do Cenáculo.



Deste modo, o primeiro cuidado de um adorador ao chegar à terra estranha é procurar o palácio de seu Rei, indagando por toda a parte, e quando percebe ao longe a torre içada aos céus que lhe revela a morada de seu Deus, pulsa-lhe o coração de alegria, semelhante ao do filho carinhoso ao avistar o teto paterno que há muito não vê.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Martírio de São João Batista




Martírio de São João Batista
Jeremias 1, 17-19; Marcos 6, 17-29

Transcrevemos a homilia de São Beda Venerável sobre o martírio de Joao Batista.

O santo precursor do nascimento, da pregação e da morte do Senhor mostrou o vigor de seu combate, digno dos olhos divinos, como diz a Escritura: E se diante dos homens sofreu tormento, sua esperança está repleta de imortalidade (cf. Sb 3,4). Temos razão de celebrar a festa do dia do nascimento daquele que o tornou solene para nós por sua morte e o ornou com o róseo fulgor de seu sangue. É justo venerarmos com alegria espiritual a memória de quem selou com o martírio o testemunho que deu em favor do Senhor.

Não há que duvidar, se São João suportou o cárcere e as cadeias, foi por nosso redentor, de quem dera testemunho como precursor. Também por ele deu a vida. O perseguidor não lhe disse que negasse a Cristo, mas que calasse a verdade. No entanto morreu por Cristo.

Porque Cristo mesmo disse: Eu sou a verdade (Jo 14,6); por conseguinte, morreu por Cristo, já que derramou o sangue pela verdade. Antes, quando nasceu, pregou e batizou, dava testemunho de quem iria nascer, pregar, ser batizado. Também apontou para aquele que iria sofrer, sofrendo primeiro.

Um homem de tanto valor terminou a vida terrena com a efusão do sangue, depois do longo sofrimento da prisão. Aquele proclamava o Evangelho da liberdade da paz celeste foi lançado por ímpios às cadeias: foi fechado na escuridão do cárcere quem veio dar testemunho da luz e por esta mesma luz, que é Cristo, tinha merecido ser chamado da lâmpada ardente e luminosa. Foi batizado no próprio sangue aquele a quem tinha sido batizar o Redentor do mundo, ouvir sobre ele a voz do Pai, ver descer a graça do Espírito Santo. Contudo, para quem tinha conhecimento de que seria recompensado pelas alegrias perpétuas não era insuportável sofrer tais tormentos pela verdade, mas pelo contrário, fácil e desejável.

Considerava desejável aceitar a morte, impossível de evitar por força da natureza, junto com a palma da vida perene, por ter confessado o nome de Cristo. Assim disse bem o Apóstolo: Porque vos foi dado por Cristo não apenas crer nele, mas ainda sofrer por ele (Fl 1,29). Diz ser dom de Cristo que os eleitos sofram por ele, conforme diz também: Os sofrimentos desta vida não se comparam á futura glória que se revelará em nós (Rm 8,18).

Liturgia das Horas IV, p. 1237-1239

domingo, 26 de agosto de 2012

Pensar Como Jesus Pensou - Padre Zezinho (lista de reprodução)


51 - A Resposta Católica: O que é necessário para voltar a Igreja Católica?


Líbano segue com preparativos para visita do Papa




Apesar das dificuldades políticas na área médio-oriental, continuam os preparativos para a chegada do Papa Bento XVI ao Líbano. Isso foi o que confirmou nesta quarta-feira, 23, o presidente do comitê central encarregado de preparar a visita de Bento XVI ao país, monsenhor Kamil Zeidan. O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa convocada em Beirute para ilustrar as medidas adotadas a fim de assegurar o bom êxito da peregrinação papal na terra dos cedros.

Monsenhor Zeidan reiterou que a visita do Pontífice ao país, a ser realizada de 14 a 16 de setembro deste ano, é de interesse de todos os libaneses, tanto cristãos, quanto muçulmanos, e não só dos católicos. Ele lembrou ainda a relevância pastoral da viagem, uma vez que Bento XVI assinará e entregará oficialmente, na ocasião, a Exortação apostólica pós-sinodal para o Oriente Médio.

O presidente do comitê organizador informou ainda que foram formados dois comitês para acolher Bento XVI. Um deles reúne o Conselho dos bispos e o outro representa o Estado libanês, cuja missão será coordenar com o núncio apostólico o bom êxito da visita.

De acordo com o tesoureiro geral do Patriarcado Sírio-Católico no Líbano, monsenhor George Masri, a visita do Papa está sendo muito esperada, por ser um evento de esperança para toda a Igreja. Ele acredita que o Papa dá confiança e coragem para conduzir um diálogo de vida com os muçulmanos e que sua visita é muito importante, sobretudo em um país pequeno como o Líbano.

“Nós esperamos muito na visita do Santo Padre e estamos nos preparando, cristãos e muçulmanos, para este grande evento. Esperamos que o diálogo entre nós e nossos irmãos muçulmanos continue a ser um diálogo de verdadeira coexistência”.

Caminhada Bíblica 2012 na Forania de São Miguel de Cotegipe Simões Filho




Acontecera no dia 02 de setembro às 06h30min da manhã a Caminhada Bíblica 2012 na Forania de São Miguel de Cotegipe Simões Filho – BA, com a participação das Paróquias de São Miguel de Cotegipe, Nossa Senhora da Luz e Nossa Senhora da Conceição do CIA.


Exibir mapa ampliado Saindo  da praça da capela de Santa Luzia em Pitanguinha Velha até a igreja matriz de São Miguel de Cotegipe.

Exibir mapa ampliado

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O centro da nossa existência é a fé em Jesus, diz Bento XVI




"O centro da existência, ou seja, aquilo que dá pleno sentido e firme esperança ao caminho tantas vezes difícil, é a fé em Jesus, é o encontro com Cristo". A afirmação foi dita pelo Papa Bento XVI no Angelus deste domingo, 5.

Centenas de pessoas foram até a residência apostólica de Castel Gandolfo, onde o Santo Padre passa um período de descanso, para acompanhar sua tradicional reflexão dominical.

O Papa comentou o
Evangelho do dia (cf. Jo 6, 24-35), em que Jesus interpela a multidão pelo fato de O procurarem não por terem visto os sinais de Deus, mas apenas por terem sido saciados, com a multiplicação dos pães.

“Jesus quer ajudar as pessoas a não ficarem apenas no nível da satisfação imediata das próprias necessidades materiais, por muito importantes que sejam. Quer abrir a um horizonte da existência que não é simplesmente o das preocupações cotidianas do comer, do vestir, da carreira”, destacou Bento XVI.

As pessoas não compreendem o que Jesus lhes propõe. Pensam que lhes pede o cumprimento de qualquer preceito, para que o milagre continue. Mas a resposta de Jesus é: “a obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.

“O centro da existência, ou seja, aquilo que dá pleno sentido e firme esperança ao caminho tantas vezes difícil, é a fé em Jesus, é o encontro com Cristo. Não se trata de seguir uma ideia, um projeto, mas de O encontrar como uma Pessoa viva, de deixar-se tomar totalmente por Ele e pelo seu Evangelho. Jesus convida a não nos determos no horizonte humano, mas a abrir-nos ao horizonte de Deus, ao horizonte da fé. Ele exige uma única obra: acolher o plano de Deus, isto é, ‘crer n’Aquele que Ele enviou’.”

Não é com a atividade humana que podemos “ganhar” Jesus, o verdadeiro pão que sacia a nossa fome de sentido, de verdade. Ele vem a nós apenas como dom do amor de Deus, como “obra de Deus”, que nos toca pedir e acolher.

“Caros amigos, nas nossas jornadas cheias de ocupações e de problemas, mas também nas de repouso e distensão, o Senhor nos convida a não esquecer que, se é necessário preocuparmo-nos com o pão material e com o retemperar das forças, mais fundamental ainda é fazer crescer a relação com Ele, reforçar a nossa fé n’Aquele que é o ‘pão da vida’, que enche o nosso desejo de verdade e amor”.