Pastoral do Acolhimento

Pastoral do Acolhimento
" Acolher uns aos outros como Cristo nos acolheu, para a glória de Deus." Rm 15,7

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Mensagem do Dia

Em Jesus Sacramentado obtemos toda força e coragem
São João Bosco dizia:

Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-O muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-O raramente. Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus. Meus caros, a visita ao Santíssimo Sacramento é um meio muito necessário para vencer o demônio. Portanto, ide frequentemente visitar Jesus, e o demônio não terá vitória contra vós.

Quanto mais fracos nos sentimos em nossa sexualidade, em nossos pensamentos e vontade, tanto mais precisamos da Eucaristia comungada e adorada. Assim obteremos, em Jesus Sacramentado, toda força, coragem, ânimo e destemor de que precisamos.

Quando adoramos Jesus na Eucaristia, Ele nos injeta a salvação, purifica-nos e liberta-nos.

Que Jesus entre na sua casa e comece a reinar. Que o Santíssimo Sacramento se levante para abençoar o Brasil, o seu lar, seu casamento, seus filhos, sua maternidade e sua paternidade.

Deus o abençoe!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Quem confia no amor de Deus, lança-se na esperança!

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Nós necessitamos ser simples e humildes, para compreendermos a vontade do Pai a nosso respeito e conhecer as riquezas do coração de Jesus Cristo. O próprio Filho de Deus, cheio do Espírito Santo, exulta:
”Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado” (Lucas 10,21b).
Nós precisamos nos despojar de nós mesmos e estar disponíveis para o Reino dos céus, pois Cristo quer contar conosco. Não tenhamos medo de vivermos numa total dependência de Deus esperando tudo d’Ele, porque jamais seremos decepcionados. Quem confia no amor de Deus, lança-se na esperança!
Nesta vida, passamos e passaremos pelas mais diversas situações e em todas elas não podemos perder Deus de vista; precisamos permanecer unidos ao Senhor, principalmente, quando não entendemos o que está acontecendo conosco. Na situação em que você se encontra, hoje, una-se a Jesus e espere n’Ele sem jamais perder a confiança na Misericórdia de Deus.
Este é o nosso Deus, esperamos n’Ele, até que nos salvou; este é o Senhor, n’Ele temos confiado: vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvado” (Isaías 25,9).
Jesus, eu confio em Vós!
 

Mensagem do Dia

A graça do Espírito é também para nossas crianças e adolescentes
Também as crianças podem ser batizadas no Espírito Santo. É isso que o Senhor quer. Não podemos esperar que sejam desviadas pelo mundo para pensar em provê-las com a força de Deus. Os adolescentes podem receber essa graça. Não vamos deixar que o mundo os corrompa para, então, tentar convertê-los.

Seria loucura deixar o mundo perverter nossas crianças para, apenas depois, buscar sua conversão. Seria como pegar uma flor, jogá-la no chão, pisá-la e tentar recompô-la. Por mais absurdo que isso possa parecer, vivemos dessa maneira. Depois do machucado procuramos algo que nos cure e diminua a dor, mas não evitamos que o ferimento aconteça! Deus é capaz de ressuscitar, sim, como ressuscitou a muitos de nós. Porém, se a conversão acontecer depois de já termos sidos pervertidos e feridos pelo mundo, as cicatrizes permanecerão em nós.

Quando eu tinha apenas quatro anos, fui mexer na mesa em que minha mãe estava fazendo chá. A água estava fervendo e caiu em cima de meu braço. Foi uma queimadura terrível! Minha mãe ficou desesperada e carregou um sentimento de culpa muito grande por ter me deixado sozinho na cozinha. Até hoje trago a cicatriz provocada por aquela queimadura.

Para que deixar que nossos filhos carreguem marcas? Para que deixar as crianças e os jovens se perverterem? Essa é a hora de nossas crianças, nossos adolescentes e jovens receberem a graça do batismo no Espírito Santo. É o momento para que as famílias se abram para a grande graça de serem batizadas no Espírito Santo.

Deus o abençoe!

Formação

Dia de Finados: secretário-geral da CNBB explica sentido da data



CNBB - Secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa
Em todo o mundo, a Igreja Católica celebra o Dia de Finados em 2 de novembro. Nessa data, missas são celebradas em cemitérios e nas paróquias, especialmente na intenção dos falecidos. Em Roma, como de costume, na quinta-feira, 4, o Papa Bento XVI celebra uma Missa por todos os cardeais e bispos falecidos durante o ano.

"Participar desta celebração é um ato de gratidão, caridade e uma consequência da fé. Este é um dia em que nós nos lembramos daqueles que estão na presença de Deus. Para nós, que temos fé, a morte não tem a palavra final. A palavra final pertence à vida, porque o Senhor ressuscitou", diz o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa.
Aos que visitam o cemitério e rezam pelos mortos, a Igreja concede indulgência plenária. "Uma vez que os fiéis defuntos, em vias de purificação, também são membros da mesma comunhão dos santos, nós podemos ajudá-los, entre outros modos, obtendo para eles indulgências, de modo que sejam libertos das penas temporais devidas por seus pecados", recorda o Catecismo da Igreja Católica (CIC).
"Da mesma maneira que os familiares costumam, em datas especiais, lembrar e orar pelos seus mortos, a Igreja, que acredita na comunhão dos santos, não se esgota na realidade daqueles que caminham neste mundo, mas se estende àqueles que estão na casa do Pai. O corpo de Cristo é a Igreja, não somente constituída da Igreja militante, que são os que caminham, mas também da Igreja Triunfante, que insere os que estão no céu, e da Igreja padecente, que se constitui dos que ainda aguardam a manifestação gloriosa do Senhor", explica Dom Dimas.
No Dia de Finados, a liturgia indica o uso de paramentos de cor preta ou roxa e pede sobriedade na ornamentação e nos cantos.
Saiba mais
O costume de orar pelos mortos é uma realidade desde os primeiros tempos do cristianismo e foi conservado pelas comunidades cristãs. A criação da data deve-se a santo Odilon, que supôs que, do mesmo modo que havia um dia para a celebração de todos os santos, devia também haver um dia dedicado à celebração de todos os fiéis falecidos.
Tudo indica que a escolha do 02 de novembro, dia seguinte à comemoração de Todos os Santos, foi feita levando-se em conta que os mortos que não estavam colocados na lista dos santos canonizados tinham também a necessidade de orações. A Igreja oficializou a celebração em 1311 e, em 1915, Bento XV estendeu a solenidade a toda a Igreja