Pastoral do Acolhimento Paróquia São Miguel de Cotegipe Simões Filho-Ba
Oração a São Miguel Arcanjo Pequeno Exorcismo feito pelo Papa São Leão XIII [que deve ser rezado diariamente] †São Miguel Arcanjo†, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.
Pastoral do Acolhimento
" Acolher uns aos outros como Cristo nos acolheu, para a glória de Deus." Rm 15,7
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
A paz se constrói a partir de uma visão de fé, lembra bispo

Em tempos de tanta violência e conflitos entre nações, como a recente situação de tensão, devido à ameaça de guerra nas Coreias, muito se reflete sobre a questão da paz. Nesta quinta-feira, 10, completaram-se 50 anos da Encíclica "Pacem in Terris", do então Papa, hoje beato, João XXIII.
De acordo com o presidente da Comissão Episcopal para a Caridade, Justiça e Paz da CNBB, Dom Guilherme Werlang, esta é uma das encíclicas que permanece mais atual nos últimos séculos, escrita quase no fim da vida do Papa João XXIII. O bispo, que está em Aparecida (SP) participando da 51ª Assembleia Geral da Conferência, destacou o aspecto universal do documento. “Ele [beato João XXIII] escreve uma encíclica que é diferente, porque ela é escrita a todas as pessoas de boa vontade, não só para dentro da Igreja. É uma encíclica que deseja construir a paz”.
A encíclica nasceu em um período no qual o mundo esteve próximo de um conflito nuclear, uma Terceira Guerra Mundial. O documento se divide em cinco partes: ordem entre os seres humanos, relações entre seres humanos e os poderes públicos nas comunidades políticas, as relações das comunidades políticas, as relações entre os seres humanos e as comunidades políticas com a comunidade mundial e a quinta parte se refere às diretrizes pastorais.
Especificamente sobre as relações entre comunidades políticas, tendo em vista o atual contexto de risco de guerra entre as Coreias, o bispo destacou que a ideia expressa na encíclica é de que as relações entre as comunidades políticas nunca devem ser pelo armamento nem pelas ameaças, mas pelo diálogo.
Ainda falando sobre a encíclica, Dom Guilherme reforçou o papel de cada um na construção da paz. "Nós cristãos temos que fazer a nossa parte para que o mundo seja aquele sonhado por Deus. Como já disse, é uma encíclica voltada a todos, crentes e não crentes, cristãos e não cristãos, um grande apelo à paz. Eu creio que esta encíclica hoje fala muito forte para o mundo de 2013, 50 anos depois".
As paróquias
E como as paróquias estão sendo os alvos centrais de discussão em toda a Assembleia, Dom Guilherme comentou sobre as diretrizes que podem ser dadas a elas visando à construção da paz. Ele voltou a destacar, então, a importância do diálogo.
"A Pacem in Terris nos ensina que é a partir do diálogo e não no medir forças, a partir de uma visão de fé, de quem crê em Deus, que nós temos que desarmar o espírito para construir a paz”.
Dom Guilherme recordou ainda que ao longo de toda a encíclica o beato João XXIII fala também de justiça. "É impossível ter paz sem que haja primeiro a justiça. Elas são irmãs gêmeas, andam abraçadas, como diz a própria Bíblia, e ele aponta essa questão, por isso seria muito importante hoje as paróquias promoverem o diálogo entre as pessoas”.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Paróquias são tema central da Assembleia Geral dos Bispos

A 51ª Assembleia dos Bispos do Brasil terá início nesta quarta-feira, 10, em Aparecida (SP). A reunião começa com celebração da Missa no Santuário Nacional, seguida da abertura com entronização da Palavra de Deus e a entrada da imagem de Nossa Senhora Aparecida. A partir desse momento, têm início os trabalhos do encontro.
O tema geral da assembleia deste ano é "Comunidade de comunidades: uma nova paróquia". De acordo com o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner, com este tema a Igreja no Brasil deseja repensar o serviço que as paróquias oferecem à evangelização.
Segundo o bispo, a sociedade vive uma realidade urbana, digital e virtual próprias deste tempo e por isso é necessário rever as estruturas das paróquias. Para Dom Leonardo, a paróquia, na forma em que foi criada e pensada, não responde mais às necessidades do tempo, mas “continua sendo um instrumento importante para a dinamização da Igreja”.
Citando o Documento de Aparecida, o bispo ressalta que a paróquia não deve ser um lugar apenas para a busca dos sacramentos, mas um local onde as pessoas possam se encontrar, celebrar e enfrentar a vida cotidiana.
Na opinião do secretário-geral da CNBB, tratar desse assunto na Assembleia significa questionar como a Igreja, por meio da paróquia, pode ser mais viva; “uma Igreja que realmente é uma presença ativa, uma presença de conselho, de esperança, de fraternidade e justiça”.
Dificuldades na evangelização paroquial
Perguntado sobre as principais dificuldades das paróquias na evangelização, Dom Leonardo, afirma ser a aproximação com as pessoas. “Uma das questões mais difíceis é chegarmos às pessoas. Creio que ainda estamos esperando, apesar de termos avançado muito na Igreja no Brasil no espírito missionário, ainda esperamos as pessoas virem. A paróquia precisa criar esse espírito missionário de ir ao encontro das famílias, das pessoas e criar esses grupos, também por rua ou por prédio, que se reúnem e rezam juntos."
O Papa Francisco tem nos demonstrado isso, diz o bispo. “A Igreja precisa estar mais próxima das pessoas, não nos isolarmos. Talvez a paróquia, na sua estrutura, precise estar mais a serviço das pessoas. A estrutura que criamos precisa estar a serviço das pessoas e não as pessoas a serviço das estruturas. Elas podem nos ajudar a servir melhor."
Sub-temas da Assembleia
O Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil, as questões agrárias e os textos litúrgicos do Missal Romano são assuntos que Dom Leonardo adiantou que também farão parte das plenárias.
Segundo o bispo, os critérios de escolha do tema geral e dos sub-temas variam de acordo com as necessidades atuais da Igreja, com as propostas oferecidas pelas comissões e questões relevantes como, por exemplo, a situação agrária no país. No entanto, Dom Leonardo garantiu que todos os temas passam por votação no Conselho Permanente da CNBB.
Mensagem ao Papa Francisco
No final da Assembleia, os bispos farão uma mensagem que será enviada ao Papa, como tem acontecido nas assembleias gerais anteriores. O texto será escrito por uma comissão composta de três bispos, responsável pela elaboração dos documentos da Assembleia. A mensagem passará pela aprovação de todos os prelados e será encaminhada ao Papa Franscico.
“A mensagem será enviada ao Santo Padre expressando a nossa comunhão, nossa fidelidade e o desejo de trabalharmos e estarmos a serviço do Evangelho”, diz Dom Leonardo.
Ao todo mais de 300 bispos devem participar da 51ª Assembleia Geral, além dos assessores e demais pessoas ligadas à CNBB.Os bispos ficarão hospedados em hotéis próximos uns dos outros. Segundo Dom Leonardo, a proximidade aumentará as possibilidades de reuniões, bate-papos e convivência fraterna entre os bispos que participarão do evento.
domingo, 31 de março de 2013
Mensagem Pascal e Benção “Urbi et Orbi”
Mensagem Pascal e Benção “Urbi et Orbi”Balcão Central da Basílica Vaticana
Domingo, 31 de março de 2013
Boletim da Santa Sé
Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, boa Páscoa! Boa Páscoa!
Que grande alegria é para mim poder dar-vos este anúncio: Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões…
Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, há uma esperança que despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia! A misericórdia sempre vence!
Também nós, como as mulheres discípulas de Jesus que foram ao sepulcro e o encontraram vazio, nos podemos interrogar que sentido tenha este acontecimento (cf. Lc 24, 4). Que significa o fato de Jesus ter ressuscitado? Significa que o amor de Deus é mais forte que o mal e a própria morte; significa que o amor de Deus pode transformar a nossa vida, fazer florir aquelas parcelas de deserto que ainda existem no nosso coração. E isto é algo que o amor de Deus pode fazer.
Este mesmo amor pelo qual o Filho de Deus Se fez homem e prosseguiu até ao extremo no caminho da humildade e do dom de Si mesmo, até a morada dos mortos, ao abismo da separação de Deus, este mesmo amor misericordioso inundou de luz o corpo morto de Jesus e transfigurou-o, o fez passar à vida eterna. Jesus não voltou à vida que tinha antes, à vida terrena, mas entrou na vida gloriosa de Deus e o fez com a nossa humanidade, abrindo-nos um futuro de esperança.
Eis o que é a Páscoa: é o êxodo, a passagem do homem da escravidão do pecado, do mal, à liberdade do amor, do bem. Porque Deus é vida, somente vida, e a sua glória somos nós: o homem vivo (cf. Ireneu, Adversus haereses, 4, 20, 5-7).
(Veja mais Fotos )
Amados irmãos e irmãs, Cristo morreu e ressuscitou de uma vez para sempre e para todos, mas a força da Ressurreição, esta passagem da escravidão do mal à liberdade do bem, deve realizar-se em todos os tempos, nos espaços concretos da nossa existência, na nossa vida de cada dia. Quantos desertos tem o ser humano de atravessar ainda hoje! Sobretudo o deserto que existe dentro dele, quando falta o amor de Deus e ao próximo, quando falta a consciência de ser guardião de tudo o que o Criador nos deu e continua a dar. Mas a misericórdia de Deus pode fazer florir mesmo a terra mais árida, pode devolver a vida aos ossos ressequidos (cf. Ez 37, 1-14).
Eis, portanto, o convite que dirijo a todos: acolhamos a graça da Ressurreição de Cristo! Deixemo-nos renovar pela misericórdia de Deus, deixemo-nos amar por Jesus, deixemos que a força do seu amor transforme também a nossa vida, tornando-nos instrumentos desta misericórdia, canais através dos quais Deus possa irrigar a terra, guardar a criação inteira e fazer florir a justiça e a paz.
E assim, a Jesus ressuscitado que transforma a morte em vida, peçamos para mudar o ódio em amor, a vingança em perdão, a guerra em paz. Sim, Cristo é a nossa paz e, por seu intermédio, imploramos a paz para o mundo inteiro.
Paz para o Oriente Médio, especialmente entre israelitas e palestinos, que sentem dificuldade em encontrar a estrada da concórdia, a fim de que retomem, com coragem e disponibilidade, as negociações para pôr termo a um conflito que já dura há demasiado tempo. Paz no Iraque, para que cesse definitivamente toda a violência, e sobretudo para a amada Síria, para a sua população vítima do conflito e para os numerosos refugiados, que esperam ajuda e conforto. Já foi derramado tanto sangue… Quantos sofrimentos deverão ainda atravessar antes de se conseguir encontrar uma solução política para a crise?
Paz para a África, cenário ainda de sangrentos conflitos: no Mali, para que reencontre unidade e estabilidade; e na Nigéria, onde infelizmente não cessam os atentados, que ameaçam gravemente a vida de tantos inocentes, e onde não poucas pessoas, incluindo crianças, são mantidas como reféns por grupos terroristas. Paz no leste da República Democrática do Congo e na República Centro-Africana, onde muitos se vêem forçados a deixar as suas casas e vivem ainda no medo.
Paz para a Ásia, sobretudo na península coreana, para que sejam superadas as divergências e amadureça um renovado espírito de reconciliação.
Paz para o mundo inteiro, ainda tão dividido pela ganância de quem procura lucros fáceis, ferido pelo egoísmo que ameaça a vida humana e a família – um egoísmo que faz continuar o tráfico de pessoas, a escravatura mais extensa neste século vinte e um. O tráfico de pessoas é realmente a escravatura mais extensa neste século vinte e um! Paz para todo o mundo dilacerado pela violência ligada ao narcotráfico e por uma iníqua exploração dos recursos naturais. Paz para esta nossa Terra! Jesus ressuscitado leve conforto a quem é vítima das calamidades naturais e nos torne guardiões responsáveis da criação.
Amados irmãos e irmãs, originários de Roma ou de qualquer parte do mundo, a todos vós que me ouvis, dirijo este convite do Salmo 117: «Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterno o seu amor. Diga a casa de Israel: É eterno o seu amor» (vv. 1-2).
Saudação
Queridos irmãos e irmãs, a vós aqui reunidos de todos os cantos do mundo nesta Praça, coração da cristandade, e a todos vós que estais conectados através dos meios de comunicação, renovo o meu voto: Feliz Páscoa!
Levai às vossas famílias e aos vossos Países a mensagem de alegria, de esperança e de paz, que a cada ano, neste dia, se renova com vigor.
O Senhor ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, seja o amparo para todos, especialmente para os mais frágeis e necessitados. Obrigado pela vossa presença e pelo testemunho da vossa fé. Uma lembrança e um agradecimento especial pelo dom das belíssimas flores, que provêm dos Países Baixos. A todos repito com afeto: Que Cristo ressuscitado guie a todos vós e à humanidade inteira pelos caminhos de justiça, de amor e de paz.
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Feliz Ano Novo

Deus quer nos dar um tempo novo, tempo de graça, tempo de restauração e reconciliação. Reconciliação com nós mesmos, com os irmãos, com nossa família, sobretudo, com Deus.
O caminho para a nossa cura acontece quando aprendemos a rezar uns pelos outros e a pedir e conceder perdão. A Palavra de Deus é clara a esse respeito:''Confessai, pois, vossos pecados uns aos outros e rezai uns pelos outros, a fim de serdes curados'' (São Tiago 5,16a)
Neste final de ano, procure fazer um bom exame de consciência; limpe o seu coração diante de Deus e daqueles que convivem com você. Se for preciso, peça-lhes perdão e não deixe de se confessar com um sacerdote para que possa se abrir para a grande graça que o Senhor tem para você neste novo tempo que se aproxima.
Que o Senhor possa passar pelas nossas vidas hoje - neste ano que está se findando e neste novo ano que está começando - e colher o nosso sorriso, nossa disposição em mudar. Ele nos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós. É direito d'Ele colher em nós esses frutos. Jesus em breve virá buscar esses frutos e é preciso que Ele os encontre! E todos nós somos responsáveis por isso.
Senhor das misericórdias, eu confio em Vós!
Feliz 2013! Que Deus os abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
O caminho para a nossa cura acontece quando aprendemos a rezar uns pelos outros e a pedir e conceder perdão. A Palavra de Deus é clara a esse respeito:''Confessai, pois, vossos pecados uns aos outros e rezai uns pelos outros, a fim de serdes curados'' (São Tiago 5,16a)
Neste final de ano, procure fazer um bom exame de consciência; limpe o seu coração diante de Deus e daqueles que convivem com você. Se for preciso, peça-lhes perdão e não deixe de se confessar com um sacerdote para que possa se abrir para a grande graça que o Senhor tem para você neste novo tempo que se aproxima.
Que o Senhor possa passar pelas nossas vidas hoje - neste ano que está se findando e neste novo ano que está começando - e colher o nosso sorriso, nossa disposição em mudar. Ele nos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós. É direito d'Ele colher em nós esses frutos. Jesus em breve virá buscar esses frutos e é preciso que Ele os encontre! E todos nós somos responsáveis por isso.
Senhor das misericórdias, eu confio em Vós!
Feliz 2013! Que Deus os abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
domingo, 16 de dezembro de 2012
Árvore de Natal ilumina a Praça de São Pedro em Roma
Rádio Vaticano
EPA

"A Árvore de Natal na Praça São Pedro ao lado do Presépio cria um ambiente sensível que nos auxilia ao recolhimento", diz Dom Giuseppe
A árvore de Natal da Praça São Pedro, doada neste ano pela comunidade molisana de Pescopennataro, foi acesa na tarde de ontem, sexta-feira, na presença de autoridades civis e religiosas. Na ocasião, o Secretário Geral do Governatorado, Dom Giuseppe Sciacca, agradeceu a todos quanto possibilitaram o transporte da árvore de 24 metros e sua ornamentação, em especial à comunidade de Molise, que doou o abeto branco ao Santo Padre.
Acesse:
.: Árvore de Natal é sinal da luz de Cristo, diz Bento XVI
No seu discurso, Dom Giuseppe recordou que “a Árvore de Natal na Praça São Pedro ao lado do Presépio, já uma tradição, cria um ambiente sensível que nos auxilia ao recolhimento, à meditação e à oração diante do Mistério da Encarnação do Filho de Deus que se faz homem, que nasce em Belém, o que constitui o cerne da solenidade do Natal.”
“Juntamente aos pastores e aos seus rebanhos, - prossegue o Secretário Geral do Governatorado -, a grande árvore representa que toda a natureza, criada também ela por Deus, está presente e está de qualquer modo envolvida pela obra da Redenção, operada pelo Senhor Jesus com a sua vinda ao mundo.”
Por fim, acrescenta “que esta grandiosa árvore, harmoniosa, nos recorda que devemos ter uma relação serena com a natureza, uma relação de respeito, de amizade, considerando que todos nós somos parte dela e que também nós temos raízes, que mergulhadas na memória e na história, nos conferem uma identidade. A árvore também nos recorda que devemos nos projetar ao alto, rumo à luz, buscando chegar ao céu. Amar a natureza, sim, mas não esquecer nem um minuto sequer que o nosso destino é sobrenatural e que somos filhos de um único Pai Celeste, reconhecidos como tal pelo Filho eterno Jesus Cristo, nosso irmão, companheiro e amigo.
Acesse:
.: Árvore de Natal é sinal da luz de Cristo, diz Bento XVI
No seu discurso, Dom Giuseppe recordou que “a Árvore de Natal na Praça São Pedro ao lado do Presépio, já uma tradição, cria um ambiente sensível que nos auxilia ao recolhimento, à meditação e à oração diante do Mistério da Encarnação do Filho de Deus que se faz homem, que nasce em Belém, o que constitui o cerne da solenidade do Natal.”
“Juntamente aos pastores e aos seus rebanhos, - prossegue o Secretário Geral do Governatorado -, a grande árvore representa que toda a natureza, criada também ela por Deus, está presente e está de qualquer modo envolvida pela obra da Redenção, operada pelo Senhor Jesus com a sua vinda ao mundo.”
Por fim, acrescenta “que esta grandiosa árvore, harmoniosa, nos recorda que devemos ter uma relação serena com a natureza, uma relação de respeito, de amizade, considerando que todos nós somos parte dela e que também nós temos raízes, que mergulhadas na memória e na história, nos conferem uma identidade. A árvore também nos recorda que devemos nos projetar ao alto, rumo à luz, buscando chegar ao céu. Amar a natureza, sim, mas não esquecer nem um minuto sequer que o nosso destino é sobrenatural e que somos filhos de um único Pai Celeste, reconhecidos como tal pelo Filho eterno Jesus Cristo, nosso irmão, companheiro e amigo.
Papa convida fiéis a se prepararem bem para acolher o amor de Deus
Da Redação, com Rádio Vaticano
Mudar a conduta de vida, praticar a solidariedade e a justiça para preparar-se para acolher o amor de Deus. Este foi o convite lançado pelo Papa Bento XVI durante a Missa do terceiro domingo do Advento, presidida na manhã deste domingo, 16, na paróquia romana de São Patrício no Colle Prenestino.
São Patrício é uma paróquia na periferia oriental de Roma que sofre com a carência de estruturas e serviços sociais da área e transformou-se um verdadeiro centro de reuniões sociais e espirituais. É “uma Igreja viva”, segundo afirmou Bento XVI.
Na homilia, o Papa, que veste a casula rosa do Domingo “Gaudete”, no qual a liturgia convida à alegria, chama a este compromisso dos cristãos a não viver uma fé intimista, mas a difundir de modo concreto a felicidade recebida do Senhor:
“Quem acolhe os dons de Deus de modo egoísta, não encontra a verdadeira alegria; em vez disso quem aproveita a ocasião dos dons recebidos de Deus para amá-Lo com sincera gratidão e para comunicar aos outros o seu amor, estes têm um coração realmente cheio de alegria”.
Comentando as palavras de João Batista no Evangelho deste terceiro domingo do Advento, o Papa recordou que quem quer seguir Jesus deve mudar de vida.
“Deus não exige nada de extraodinário, mas que cada um viva segundo os critérios de solidariedade e de justiça; sem isso não se pode se preparar bem ao encontro com o Senhor”, disse.
Vivendo desta forma, Bento XVI explicou que Deus conduzirá os fiéis à comunhão com Ele e no coração do homem haverá a verdadeira alegria e a paz, também nos momentos de dificuldade e de fraqueza.
O Santo Padre destacou que, quem faz esta experiência, não tem mais motivo algum para desconfiança, desânimo ou tristeza em qualquer que seja a situação que se deva enfrentar. Ele lembrou que só o pecado afasta o ser humano de Deus.
“Mas, mesmo quando nós nos afastamos, Ele não cessa de nos amar e continua a ser próximo com a sua misericórdia, com a sua disposição a perdoar e a nos acolher no seu amor”.
Ao término da homilia, o Papa saudou a vitalidade desta paróquia de periferia, convidando as várias realidades eclesiais presentes a “viver a complementaridade na diversidade”, para que esta comunidade possa ser sempre mais “aberta e pronta a acolher cada pessoa sozinha ou em dificuldade”.
Bento XVI exortou a fazer crescer a “co-responsabilidade pastoral” e a consolidar a experiência da catequese em ocasião do Ano da Fé. Por fim, ele se dirigiu aos jovens presentes: “Sintam-se verdadeiros protagonistas da nova evangelização, colocando as suas jovens energias, o vosso entusiasmo e a vossa capacidade a serviço de Deus e dos outros na comunidade”.
São Patrício é uma paróquia na periferia oriental de Roma que sofre com a carência de estruturas e serviços sociais da área e transformou-se um verdadeiro centro de reuniões sociais e espirituais. É “uma Igreja viva”, segundo afirmou Bento XVI.
Na homilia, o Papa, que veste a casula rosa do Domingo “Gaudete”, no qual a liturgia convida à alegria, chama a este compromisso dos cristãos a não viver uma fé intimista, mas a difundir de modo concreto a felicidade recebida do Senhor:
“Quem acolhe os dons de Deus de modo egoísta, não encontra a verdadeira alegria; em vez disso quem aproveita a ocasião dos dons recebidos de Deus para amá-Lo com sincera gratidão e para comunicar aos outros o seu amor, estes têm um coração realmente cheio de alegria”.
Comentando as palavras de João Batista no Evangelho deste terceiro domingo do Advento, o Papa recordou que quem quer seguir Jesus deve mudar de vida.
“Deus não exige nada de extraodinário, mas que cada um viva segundo os critérios de solidariedade e de justiça; sem isso não se pode se preparar bem ao encontro com o Senhor”, disse.
Vivendo desta forma, Bento XVI explicou que Deus conduzirá os fiéis à comunhão com Ele e no coração do homem haverá a verdadeira alegria e a paz, também nos momentos de dificuldade e de fraqueza.
O Santo Padre destacou que, quem faz esta experiência, não tem mais motivo algum para desconfiança, desânimo ou tristeza em qualquer que seja a situação que se deva enfrentar. Ele lembrou que só o pecado afasta o ser humano de Deus.
“Mas, mesmo quando nós nos afastamos, Ele não cessa de nos amar e continua a ser próximo com a sua misericórdia, com a sua disposição a perdoar e a nos acolher no seu amor”.
Ao término da homilia, o Papa saudou a vitalidade desta paróquia de periferia, convidando as várias realidades eclesiais presentes a “viver a complementaridade na diversidade”, para que esta comunidade possa ser sempre mais “aberta e pronta a acolher cada pessoa sozinha ou em dificuldade”.
Bento XVI exortou a fazer crescer a “co-responsabilidade pastoral” e a consolidar a experiência da catequese em ocasião do Ano da Fé. Por fim, ele se dirigiu aos jovens presentes: “Sintam-se verdadeiros protagonistas da nova evangelização, colocando as suas jovens energias, o vosso entusiasmo e a vossa capacidade a serviço de Deus e dos outros na comunidade”.
domingo, 25 de novembro de 2012
Solenidade de Cristo Rei
A realeza anunciada por Jesus é a da verdade, destaca Papa

O Papa Bento XVI durante celebração eucarística na Solenidade de Cristo Rei neste domingo, 25
O Papa Bento XVI presidiu neste domingo, 25, na Basílica Vaticana, a solenidade de Cristo Rei. A Eucaristia foi concelebrada com os seis novos Cardeais criados pelo Santo Padre neste sábado, 24. Em sua homilia, o Papa destacou que a realeza anunciada por Jesus é aquela da verdade, única capaz de dar sua luz e grandeza a todas as coisas deste mundo.
Acesse.: NA ÍNTEGRA: Homilia do Papa
Neste último domingo do Ano Litúrgico, Bento XVI lembrou que os fiéis são convidados a voltarem seu olhar para a meta última da história, que é o reino definitivo e eterno de Cristo. E destacou que este reino é diferente dos reinos terrenos.
“Jesus veio para revelar e trazer uma nova realeza: a realeza de Deus. Veio para dar testemunho da verdade de um Deus que é amor (cf. 1 Jo 4, 8.16) e que deseja estabelecer um reino de justiça, de amor e de paz (cf. Prefácio). Quem está aberto ao amor, escuta este testemunho e acolhe-o com fé, para entrar no reino de Deus”.
Referindo-se à segunda leitura, o Papa lembrou que o povo também participa da realeza de Cristo. Este reino também é fundado na relação com Deus e com a verdade; não se trata de um reino político. Bento XVI destacou que, em Cristo, todos se tornam verdadeiros filhos adotivos, participando desta realeza.
“Portanto, ser discípulos de Jesus significa não se deixar fascinar pela lógica mundana do poder, mas levar ao mundo a luz da verdade e do amor de Deus”, enfatizou.
Por fim, o Pontífice disse ao Cardeais, especialmente os que foram criados ontem, 24, que eles têm a responsabilidade de dar testemunho do reino de Deus. Isso significa, segundo o Pontífice, destacar sempre a prioridade de Deus e de sua vontade frente aos interesses e poderes do mundo.
Acesse.: NA ÍNTEGRA: Homilia do Papa
Neste último domingo do Ano Litúrgico, Bento XVI lembrou que os fiéis são convidados a voltarem seu olhar para a meta última da história, que é o reino definitivo e eterno de Cristo. E destacou que este reino é diferente dos reinos terrenos.
“Jesus veio para revelar e trazer uma nova realeza: a realeza de Deus. Veio para dar testemunho da verdade de um Deus que é amor (cf. 1 Jo 4, 8.16) e que deseja estabelecer um reino de justiça, de amor e de paz (cf. Prefácio). Quem está aberto ao amor, escuta este testemunho e acolhe-o com fé, para entrar no reino de Deus”.
Referindo-se à segunda leitura, o Papa lembrou que o povo também participa da realeza de Cristo. Este reino também é fundado na relação com Deus e com a verdade; não se trata de um reino político. Bento XVI destacou que, em Cristo, todos se tornam verdadeiros filhos adotivos, participando desta realeza.
“Portanto, ser discípulos de Jesus significa não se deixar fascinar pela lógica mundana do poder, mas levar ao mundo a luz da verdade e do amor de Deus”, enfatizou.
Por fim, o Pontífice disse ao Cardeais, especialmente os que foram criados ontem, 24, que eles têm a responsabilidade de dar testemunho do reino de Deus. Isso significa, segundo o Pontífice, destacar sempre a prioridade de Deus e de sua vontade frente aos interesses e poderes do mundo.
sábado, 13 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O fogo do Evangelho
Preocupação da assembleia sinodal é a palavra grega euangélion, já confirmada em Homero e que no tempo de Jesus indica uma mensagem imperial, por parte do soberano, e que por isso traz a salvação. Um termo que os primeiros escritores cristãos tiram da linguagem profana e o transformam. Assim o evangelista Lucas coloca o nascimento do menino na história do mundo relacionando-o com o édito do imperador Augusto, recordou o Papa. Acrescentando imediatamente que se Deus rompeu o silêncio e falou, é preciso interrogar-se sobre o modo como transmitir e testemunhar a sua Palavra, que é antes de tudo o lógos, o Verbo encarnado.
A busca de um modo novo de anúncio do Evangelho – a nova evangelização querida a João Paulo II, recordada com significativo afecto pelo seu sucessor – é precisamente o tema central do sínodo e do Ano da fé que está para iniciar meio século depois do concílio Vaticano II, convocado por João XXIII e guiado por Paulo VI com a mesma preocupação. Em coerência com uma história quase bimilenária que, mesmo se com os limites humanos, está marcada por um desejo de fidelidade. Neste panorama Bento XVI quis ler os dois novos doutores da Igreja: João de Ávila, figura de sacerdote reformador culto e humilde, e Hildegarda de Bingen, mulher e monja sábia que indagando a criação contemplou Deus e soube apoiar a sua Igreja.
Portanto, sínodo e Ano da fé abrem-se sob o sinal dos novos doutores, com uma chamada evidente ao essencial. Na meditação – verdadeira chave de leitura para a reflexão e para o debate sinodais – Bento XVI insistiu sobre o conteúdo da fé: no Verbo encarnado Deus falou e fala continuamente ao homem, deseja entrar nele e envolvê-lo. Eis então o significado do termo confessio, mais exigente do que professio. A fé que amadurece no coração e envolve todos os sentidos, além da dimensão intelectual, deve de facto ser levada e testemunhada no mundo.
Só com esta disponibilidade ao testemunho e ao sofrimento pela verdade podemos ser credíveis. À confessio seguir-se-á então a caritas descrita com frequência na liturgia como fervor e chama. Por isso o Papa recordou o dito (lógion) de Jesus conservada por Orígenes: «Quem está próximo de mim está perto do fogo». É o fogo da presença de Deus que incendeia e transforma, o fogo do Evangelho que deve ser anunciado todos os dias.
Bento XVI preside Santa Missa de abertura do Sínodo e reafirma: "o matrimônio se constitui, em si mesmo, um Evangelho, uma Boa Nova para o mundo de hoje"
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Bento XVI abriu solenemente na manhã deste domingo, 7, o Sínodo sobre a Nova Evangelização, presidindo a Santa Missa na Praça São Pedro. Durante a celebração, na presença de mais de 400 bispos e 25 mil fiéis proclamou Doutores da Igreja a Santa medieval alemã, Hildegarda de Bingen, e o Santo espanhol João de Ávila, que viveu em 1500. Com esta solene concelebração – disse o Papa na sua homilia - inauguramos a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que tem como tema: A Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã. “Esta temática responde a uma orientação programática para a vida da Igreja, de todos os seus membros, das famílias, comunidades, e das suas instituições. Tal perspectiva se reforça pela coincidência com o início do Ano da Fé, que terá lugar na próxima quinta-feira, dia 11 de outubro, no 50º aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II”.
“A Igreja existe para evangelizar”, continuou o Papa, que se deteve sobre o “renovado dinamismo da atividade evangelizadora da Igreja em determinados períodos da história. “Basta pensar na evangelização dos povos anglo-saxões e eslavos, ou na transmissão do Evangelho no continente americano, e, em seguida, nos distintos períodos missionários junto dos povos da África, Ásia e Oceania”. "Também nos nossos tempos, o Espírito Santo suscitou na Igreja um novo impulso para proclamar a Boa Nova, um dinamismo espiritual e pastoral que encontrou a sua expressão mais universal e o seu impulso mais autorizado no Concílio Ecumênico Vaticano II".
Segundo o Santo Padre “tal renovado dinamismo de evangelização produz uma influência benéfica sobre os dois ramos”concretos que desenvolvem a partir dela, ou seja, por um lado, a “missio ad gentes”, isto é, a proclamação do Evangelho para aqueles que ainda não conhecem a Jesus Cristo e a Sua mensagem de salvação”; e, por outro lado, a nova evangelização, destinada principalmente às pessoas que, embora batizadas, se distanciaram da Igreja e vivem sem levar em conta prática cristã.“A Assembléia sinodal que se abre hoje é dedicada a essa nova evangelização, para ajudar essas pessoas a terem um novo encontro com o Senhor, o único que dá sentido profundo e paz para a existência; para favorecer a redescoberta da fé, a fonte de graça que traz alegria e esperança na vida pessoal, familiar e social. Obviamente, esta orientação particular não deve diminuir nem o impulso missionário, em sentido próprio, nem as atividades ordinárias de evangelização nas nossas comunidades cristãs. Na verdade, os três aspectos da única realidade de evangelização e completam e se fecundam mutuamente”.
Neste sentido - continuou o Santo Padre - , o tema do matrimônio, que nos ofereceu o Evangelho e a primeira leitura deste domingo, merece uma atenção especial. A mensagem da Palavra de Deus pode ser resumida na expressão contida no livro do Gênesis e retomada pelo próprio Jesus: «Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne». O que significa hoje para nós essa palavra? - perguntou o Papa:
“Parece-me que nos convida a nos tornarmos mais conscientes de uma realidade já conhecida, mas talvez não totalmente apreciada, ou seja, que o matrimônio se constitui, em si mesmo, um Evangelho, uma Boa Nova para o mundo de hoje, em particular para o mundo descristianizado. A união do homem e da mulher, o ser «uma só carne» na caridade, no amor fecundo e indissolúvel, é um sinal que fala de Deus com força, com uma eloqüência que hoje se torna ainda maior porque, infelizmente, por diversas razões, o matrimônio, justamente nas regiões de antiga tradição cristã, está passando por uma profunda crise”.
Não é uma coincidência, acrescentou o Papa. O matrimônio está ligado à fé, não num sentido genérico. “O matrimônio se fundamenta, enquanto união do amor fiel e indissolúvel, na graça que vem do Deus Uno e Trino, que em Cristo nos amou com um amor fiel até a Cruz”.
“Hoje, - destacou Bento XVI -, somos capazes de compreender toda a verdade desta afirmação, em contraste com a dolorosa realidade de muitos matrimônios que, infelizmente, acabam mal. Há uma clara correspondência entre a crise da fé e a crise do matrimônio. E, como a Igreja afirma e testemunha há muito tempo, o matrimônio é chamado a ser não apenas objeto, mas o sujeito da nova evangelização.
Isso já se vê em muitas experiências ligadas a comunidades e movimentos, mas também se observa, cada vez mais, no tecido das dioceses e paróquias, como demonstrou o recente Encontro Mundial das Famílias.
A chamada universal à santidade – disse Bento XVI - é uma das idéias chave do renovado impulso que o Concílio Vaticano II deu à evangelização que, como tal, aplica-se a todos os cristãos. Os santos são os verdadeiros protagonistas da evangelização em todas as suas expressões.
Em seguida o Papa recordou que hoje foram agregados ao grupo seleto dos Doutores da Igreja dois santos, São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen.
São João de Ávila que viveu no século XVI. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras, dotado de um ardente espírito missionário. Soube adentrar, com uma profundidade particular, nos mistérios da Redenção operada por Cristo para a humanidade. Homem de Deus, unia a oração constante à atividade apostólica. Dedicou-se à pregação e ao aumento da prática dos sacramentos, concentrando seus esforços para melhorar a formação dos futuros candidatos ao sacerdócio, dos religiosos, religiosas e dos leigos, em vista de uma fecunda reforma da Igreja.
Santa Hildegarda de Bingen, importante figura feminina do século XII, ofereceu a sua valiosa contribuição para o crescimento da Igreja do seu tempo, valorizando os dons recebidos de Deus e mostrando-se uma mulher de grande inteligência, sensibilidade profunda e de reconhecida autoridade espiritual. O Senhor dotou-a com um espírito profético e de fervorosa capacidade de discernir os sinais dos tempos. Hildegard nutria um grande amor pela a criação, cultivou a medicina, a poesia e a música. Acima de tudo, sempre manteve um amor grande e fiel a Cristo e à Igreja.
Bento XVI concluiu a sua homilia confiando a Deus o trabalho da Assembléia sinodal com o sentimento vivo da comunhão dos santos invocando, em particular, a intercessão dos grandes evangelizadores, dentre os quais o Beato João Paulo II, cujo longo pontificado foi também um exemplo da nova evangelização. "Colocamo-nos sob a proteção da Virgem Maria, Estrela da nova evangelização. Com ela, invocamos uma especial efusão do Espírito Santo, que ilumine do alto a Assembléia sinodal e torne-a fecunda para o caminho da Igreja". (SP)
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